Os Riscos da Automedicação para Disfunção Erétil
- Alvim Fagundes
- 24 de fev. de 2025
- 2 min de leitura
A disfunção erétil (DE) afeta milhões de homens em todo o mundo, sendo um tema de grande relevância para a saúde masculina. Com o avanço de medicamentos como o Viagra (Sildenafila), muitos recorrem a essas soluções sem orientação médica. Entretanto, a automedicação pode trazer sérias consequências para a saúde.
O Viagra revolucionou o tratamento da disfunção erétil desde sua aprovação em 1998. Segundo a American Urological Association, cerca de 30 milhões de homens nos Estados Unidos sofrem de DE. No Brasil, estima-se que 45% dos homens acima de 40 anos apresentam algum grau de dificuldade para manter a ereção.
Riscos da automedicação
A automedicação é perigosa por diversos motivos:
Sobrecarga cardiovascular: Medicamentos como Sildenafila e Tadalafila podem causar queda de pressão e sobrecarregar o coração, especialmente em homens com histórico de doenças cardíacas.
Interações medicamentosas: A combinação desses medicamentos com nitratos, frequentemente usados para tratar doenças cardíacas, pode ser fatal.
Diagnóstico perdido: A disfunção erétil pode ser um sintoma de condições graves, como diabetes, hipertensão e até câncer de próstata. Automedicar-se pode atrasar o diagnóstico.
Alternativas seguras
Os tratamentos para disfunção erétil vão além dos medicamentos. Terapias psicológicas, mudanças no estilo de vida e tratamentos com ondas de choque têm se mostrado eficazes.
A automedicação para DE é um risco desnecessário. Consultar um urologista ou sexólogo é essencial para diagnosticar corretamente e tratar a causa raiz do problema.
A sexologia entra como um elo entre a ciência e a experiência do paciente, ajudando a identificar as melhores opções de tratamento e promovendo um diálogo aberto sobre saúde sexual. Afinal, a disfunção erétil é mais comum do que se imagina, e a busca por ajuda é o primeiro passo para a superação.


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